HORÁRIOS PREFERENCIAIS DAS CHUVAS NA REGIÃO DE PELOTAS, CAPÃO DO LEÃO, RIO GRANDE E SANTA VITÓRIA DO PALMAR, RS-BRASIL: UM ESTUDO NO DOMÍNIO DA FREQUÊNCIA E DA PROBABILIDADE

 

Christian Rosa Dias, Helen Bastos Leal, Daniel Souza Cardoso, João Baptista da Silva, Bolivar De Jesus Urruth, Júlio César Bento Ribeiro, Vinicius Carvalho Beck, Vitória Gonçalves Souza

 

RESUMO
No Rio Grande do Sul, em especial na região de Pelotas, Capão do Leão, Rio Grande e Santa Vitória do Palmar, devido ser uma região de transição de sistemas meteorológicos, como frentes quentes e frias, o regime de chuva horárias embora estimável é de dificil previsão quando comparado com regiões a exemplo de Belém do Pará onde há destaques horários das chuvas, são bem conhecidos [9]. Os estudos de probabilidade e frequência contribuem nas tomadas de decisões e no planejamento das atividades agrícolas, visando prevenir danos e prejuízos às lavouras em decorrência dos altos índices pluviométricos. Reconhecendo o potencial da região que compreende Pelotas, Capão do Leão, Rio Grande e Santa Vitória do Palmar e as consequências do aumento do volume de chuva, realizou-se um estudo do regime de chuvas horárias para Pelotas e Capão do Leão, onde os resultados podem ser estendidos para as cidades de Rio Grande e Santa Vitória do Palmar, sem a mesma precisão. Analisou-se uma série histórica de 32 anos de dados, buscando verificar a probabilidade e frequência de chuvas horárias, contribuindo para o planejamento de atividades rurais e urbanas em decorrência dos volumes de chuvas  horárias. Verificou-se os destaques horários mensais, onde se constatou que o horário com maior chance encontrada foi às 7h, entorno de 9,7% em julho, mês que compõe a estação do ano mais chuvosa dessa região. Durante todos os meses, o período da tarde mostra ser o menos conveniente para a realização das atividades agrícolas, onde se destacam as probabilidades de chover.

Palavras-chave: Análise de Probabilidade, Chuvas Horárias, Frequência de Chuvas Horárias.

Artigo

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